Capital de giro da UNI dorme em portais, canhotos e fila de validação. Esta é a Torre que acorda esse dinheiro — e mostra, em tempo real, onde ele está.
O ciclo de recebível da UNI na MAERSK roda hoje 22 dias acima da meta contratual de 30. A operação está saudável. O que trava é a esteira entre serviço-entregue e nota-faturada: portais consultados manualmente, canhotos físicos em trânsito, XMLs baixados um a um, validação distribuída em quatro times.
Olimpo lê em tempo real oito fontes simultâneas — APIs públicas da Maersk e da nstech, banco do Rodopar, portal Ok Entrega, e-Cargo, EDI da Aliança. Cruza com o ciclo interno da UNI. Identifica cada Real travado, atribui responsável, dispara ação. Antes do humano lembrar de olhar.
A meta da Onda 1 é comprimir o ciclo MAERSK para 30 dias em 60 dias de implantação. Isso libera R$ 8,1 milhões de capital de giro e elimina o custo mensal de carregamento dessa carteira. O método se replica para Mercosul, Norcoast e Lurim na Onda 2.
Cada conector é uma escolha de engenharia — API onde a API existe, RPA onde ainda não existe, integração direta no banco quando o sistema é nosso. A camada Zeus orquestra os oito e entrega um único modelo coerente para o financeiro.
Captura e consolidação do ciclo MAERSK. Faturamento, CACUB, operação e financeiro orquestrados por uma só Torre. Critério único: DSO Operacional MAERSK de 52 para 30 dias.
Extensão do método para os três contratos seguintes em valor travado. Acréscimo de Apolo (POD Vision) para validação visual de canhoto no momento da entrega. Reduz em estimado mais 14 dias o ciclo médio.
Faturamento das filiais Manaus, Pecém, Salvador, Rio e Itajaí migrado para Santos sob uma única Torre. Régua de cobrança automatizada. Conciliação de recebíveis em tempo real.
O dinheiro da UNI já existe.
Está só no lugar errado da semana.
A Torre não cria receita. Ela apenas tira o atrito entre o serviço entregue e o dinheiro depositado. Isso é o que esta versão prova, em 60 dias, com a MAERSK.